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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Programa de Trainee e Estágio


"Jovens Talentos Natura"


Trainee:


O programa busca identificar e desenvolver jovens recém-graduados com potencial e valores e comportamentos aderentes à essência da Natura para serem os futuros líderes da empresa.


O programa de trainee tem abrangência internacional, vagas no Brasil, Argentina, Peru, Colômbia e México.

Tem duração de 2 anos iniciando em agosto de 2011

Oferecem salário compatível com o país e benefícios


Para fazer sua inscrição que vai até dia 11/04 visite o site: http://www.jovenstalentosnatura.com



Estágio:


Busca atrair e formar líderes, transformando jovens potenciais em profissionais de alta performance com valores e comportamentos aderentes à essência da Natura para futuramente assumirem posições na organização.


O programa tem abrangência nacional, com vagas no Brasil

-São Paulo/SP

-Cajamar/SP

-Campinas/SP

-Itapecerica da Serra/SP

-Alphaville/SP

-Salvador/BA

-Rio de Janeiro/RJ

-Porto Alegre/RS

-Benevides/PA


Duração de 2 anos

Início em junho/2011

Bolsa auxílio e Benefícios


20 horas semanais: R$812,00

24 horas semanais: R$975,00

30 horas semanais: R$1.218,00


Inscreva-se até o dia 11/04 pelo site: http://www.jovenstalentosnatura.com



segunda-feira, 10 de maio de 2010

Falta de investimento ameaça ciência no RS

Luiz Eugenio de Araujo Mello* e Débora Foguel**
A eliminação das desigualdades é um bem maior que aflige todo indivíduo dotado de consciência moral e social. Em termos de desenvolvimento na área de Ciência e Tecnologia (C&T), o Brasil é um país tão desigual como em várias outras dimensões. Muitos são os instrumentos e os indicadores que podem ser usados para se mensurar essa desigualdade. Em alguns casos, o que se faz necessário é o aporte de mais recursos para a superação das desigualdades. Esses recursos advêm de fontes federais, mas também do reconhecimento de governos locais. Em outros casos, é a vinculação de pesquisadores a novos núcleos e unidades de pesquisa que se faz necessário. Certamente, unidades da federação com maior tradição e história em termos de atividades de C&T têm nitidamente um desenvolvimento compatível com essa tradição. Com certeza também o tamanho da economia e da população de um dado estado brasileiro igualmente contribuem para definir esse nível de desenvolvimento em diversas áreas da atividade humana, incluindo C&T.
Isto posto, é de esperar que unidades da região Norte, com menor dimensão populacional e econômica, sejam caudatárias em desenvolvimento de C&T, qualquer que seja o parâmetro de medida. De fato, um desses indicadores de qualificação, que é o número de bolsistas de produtividade do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), revela que em 2007 o Amapá não tinha qualquer bolsista nesse nível e o Acre apenas um. Como investir recursos e desenvolver C&T se não há sequer os indivíduos em quem investir? Buscando diminuir essas imensas disparidades, já há algum tempo o Governo Federal adota uma série de medidas na alocação de recursos do CNPq, Capes e Finep. Não podemos deixar de mencionar os projetos Casadinhos e Procad implementados pelo CNPq e Capes, respectivamente, visam aproximar cursos de pós-graduação em desenvolvimento com aqueles consolidados, com intercâmbio de pessoal em ambas as direções e alocação de recursos para proporcionar o crescimento prioritário dos primeiros. Os resultados dessas e de outras iniciativas do governo são notáveis, ainda que a maturação dessas ações tenha em geral um longo prazo para serem percebidas por todos.
Incentivados por essas medidas, vários estados nuclearam ou reativaram suas Fundações de Amparo a Pesquisa (FAP) e com isso multiplicaram os recursos aportados pela União. A existência das FAPs mudou o panorama comparativo do desenvolvimento em C&T no país. Por ter sido a capital federal e por longa tradição histórica, o Rio de Janeiro era, até meados da década de 1960, o líder na produção de C&T. A sua superação por São Paulo nesse período deveu-se, sobretudo, a inspirada criação da Fapesp no final da década anterior. De acordo com os dados do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), em 2007, o investimento em São Paulo em C&T somou R$ 3,5 bilhões. Comparativamente, todos os demais estados juntos investiram R$ 2,2 bilhões. A conseqência natural é a criação de um ambiente propício para a instalação de indústrias de alta tecnologia, desenvolvimento humano e econômico, contribuindo para o estabelecimento de um círculo virtuoso.
Incentivados por essas medidas, vários estados nuclearam ou reativaram suas Fundações de Amparo a Pesquisa (FAP) e com isso multiplicaram os recursos aportados pela União. A existência das FAPs mudou o panorama comparativo do desenvolvimento em C&T no país. Por ter sido a capital federal e por longa tradição histórica, o Rio de Janeiro era, até meados da década de 1960, o líder na produção de C&T. A sua superação por São Paulo nesse período deveu-se, sobretudo, a inspirada criação da Fapesp no final da década anterior. De acordo com os dados do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), em 2007, o investimento em São Paulo em C&T somou R$ 3,5 bilhões. Comparativamente, todos os demais estados juntos investiram R$ 2,2 bilhões. A conseqência natural é a criação de um ambiente propício para a instalação de indústrias de alta tecnologia, desenvolvimento humano e econômico, contribuindo para o estabelecimento de um círculo virtuoso.
O restante do artigo pode ser conferido no site da FeSBE: